Peguei um Táxi! E vi na prática o que importa

Peguei um táxi!

Em cima da hora para meu voo na sexta-feira final de tarde, não havia nenhum #Uber disponível em Florianópolis, em nenhuma das categorias após várias tentativas. 

Sem alternativa, abri o navegador do meu celular, busquei o telefone de um serviço de táxi, passei a mão no telefone fixo e solicitei o serviço. 

Aí tive uma lição. 

A viagem com o “Seu” Manoel – taxista da foto – foi hilária com histórias fantásticas de uma Florianópolis antiga. Também foi segura, com uma velocidade adequada e confortável em um bom veículo; e ainda ele fez questão de cobrar a mesma coisa que o Uber cobraria. 

Vou então voltar a pegar táxis? Não, não vou. 

Vivenciei que o fato que não poder rastrear a chegada do táxi até minha casa com o horário do voo se aproximando foi angustiante. 

Liguei para o taxista quatro vezes para saber onde ele estava, se havia encontrado o endereço que passei verbalmente pelo telefone e se ele não havia se enganado e passado a entrada do bairro. 

De prontidão na sacada do prédio eu plantei meu olhar fixo na esquina e enquanto o veículo adesivado de xadrez vermelho-e-branco com uma luminária no teto não apareceu, não consegui ficar tranquilo. 

E esta foi a lição:

A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO É O QUE CONTA!

O mesmo serviço com a mesma qualidade e com o mesmo desfecho. Entretanto, quando a experiência do usuário é melhorada, promove o engajamento do cliente e o consumo do serviço. 

Um usuário encantado não nos torna apenas competitivos. Um usuário encantado pode determinar nossa sobrevivência no mercado. Aprendi isso num táxi.