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A Anestech Innovation Rising, startup de saúde, coordenada pelo anestesista catarinense, Dr. Diógenes Silva, recebe hoje em São Paulo, o prêmio de Startup de Saúde do Ano pela Healthcare Management. O prêmio Líderes da Saúde acontece desde 2013 e tem o objetivo de premiar empresas, indústrias, operadoras, instituições de saúde que mais se destacam no setor. São 23 categorias com 3 homenageados cada uma.
 
A Anestech é uma plataforma mobile que traz um suporte ao anestesista promovendo a gestão de riscos e controle de eventos adversos em momentos onde é exigido tomadas de decisão imediata. Sua missão é criar, desenvolver, aplicar, melhorar e distribuir recursos de tecnologia e informação para a prática diária do médico anestesiologista, gerando benefícios ao profissional, ao paciente, às instituições de saúde e meio ambiente. Ajudando pacientes e profissionais em momentos críticos, a Anestech faz a integração, rastreamento, análise e entrega de dados em tempo real através de Business Intelligence (B.I.) e Inteligência Artificial. “O prontuário anestésico é um documento obrigatório durante o procedimento anestésico. O primeiro registro em papel aconteceu em 1894 e desde então é realizado da mesma maneira, dificultando assim a coleta de dados, armazenagem e análise das informações. A Anestech substitui este prontuário em papel por ferramentas digitais e aplicativos afim de auxiliar a prática diária do anestesiologista”, explica Diógenes.
 
A entrega do prêmio “Líderes da Saúde” acontece hoje em São Paulo, no Centro de Convenções Rebouças e conta com a presença de mais de 400 executivos C-Level. Para o Dr. Diógenes Silva, este prêmio é o reconhecimento do trabalho de um time em torno de um propósito comum: levar mais segurança e conforto à pacientes cirúrgicos, profissionais e melhor desempenho para as instituições. “Empreender no Brasil não é fácil e no meio das incertezas das startups inovadoras, um reconhecimento como este, nos mostra que estamos no caminho certo para impactarmos nosso setor e construir uma empresa exponencial”, explica Diógenes.
 
A Anestech vem para promover cirurgias mais seguras, em maior número, com otimização e resultados positivos, com uma análise constante de dados e apoio cognitivo em tempo real às equipes de profissionais envolvidos. “Esse prêmio não é meu ou para mim. Este prêmio é de toda a classe de anestesistas e seus times inovadores que buscam transformar os procedimentos cirúrgicos melhores e mais seguros. Somos muitos no Brasil e no mundo”, finaliza.
 
A Anestech é uma startup investida pelo Hospital Albert Einstein e incubada no MIDITEC da ACATE em Florianópolis.
Mais informações com:
Paula Costa – Assessoria de Imprensa em SC
(48) 98421.2126
Rúbia Laidens – Jornalista e Atendimento em SC
(48) 99631. 7686
Guilherme Pichonelli – Assessoria de Imprensa em SP
 
 
Segundo os números da Assoc. Nacional de Hospitais Privados – ANAHP em média 55,2% dos pacientes internados em hospitais são cirúrgicos.
 
O Centro Cirúrgico é um lugar tão complexo quanto uma operação de guerra ou controle de tráfego aéreo e chega a ser responsável por 40% do consumo de insumos de uma instituição e por 70% da sua renovação de leitos.
 
Os riscos nesses procedimentos são reais, e recentemente as manchetes dos jornais do país mostraram que a cada cinco minutos três brasileiros morrem em hospitais brasileiros de causas evitáveis, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar em parceria com a Faculdade de Medicina da UFMG.
 
O problema não é só brasileiro, é mundial. A ONU em 2004 declarou que uma maneira de impactarmos a saúde das pessoas globalmente era promovendo cirurgias mais seguras.
 
Diante desse cenário, podemos nos sentir completamente desamparados.
 
Entretanto não estamos. Bem pelo contrário, nunca nos vimos tão empolgados diante da promessa da longevidade como agora. Como isso é possível? Uma palavra para explicar: inovação.
 
Quando a tecnologia da informação se popularizou, acabou empoderando e conectando as pessoas; que ao vivenciarem uma dor ou necessidade, ficaram capazes de criar uma solução sozinhas (ou quase) para o problema.
 
Startups, como são chamadas essas iniciativas, são na verdade um grupo de pessoas com um propósito específico trabalhando em um ambiente de incerteza em um produto capaz de causar uma profunda mudança em um comportamento, processo, produto ou meio de consumo.
 
Instituições como o Hospital Albert Einstein, incentivam esse ecossistema em um processo chamado de Inovação Aberta. Segundo Cláudio Terra, diretor do Lab. de Inovação e criador da incubadora Eretz.bio, o Albert Einstein investe 40 milhões de reais por ano em inovação.
 
Voltada para a questão do conforto e segurança de pacientes e profissionais no centro cirúrgico, a Anestech é uma dessas startups apoiadas pelo Albert Einstein. O foco da Anestech não é apenas melhorar os prontuários anestésicos, mas sim coletar dados que analisados nos conduzam a melhorar continuamente a ponto de nos dar uma compreensão tão grande do processo que nos permita prever o futuro e evitá-lo, caso ele seja perigoso ou indesejável.
 
A essa nova era dão o nome de Era dos Dados, ou Era do BigData.
 
A startup é incubada no MIDI da Associação Catarinense de Tecnologia. É vencedora de prêmios como o Shark Tank do Consórcio Brasileiro de Acreditação Hospitalar, que reconheceu o seu app AxReg como a ferramenta com maior potencial de impactar a saúde dos pacientes e a economia hospitalar; e recentemente a Anestech foi eleita a Startup de Saúde do Ano pela revista Healthcare Management.
 
A crença da startup é que a segurança dos pacientes também passa obrigatoriamente por um anestesiologista atualizado, descansado, valorizado e de posse de ferramentas tecnológicas que expandam sua capacidade cognitiva.
 
Segundo os números da Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP – que monitora os indicadores do mercado de saúde no Brasil no seu anuário, em uma instituição hospitalar em média 55,6% dos pacientes internados são cirúrgicos. Um outro dado interessante, é que o número médio de cirurgias por paciente internado em um hospital é de 1,5 cirurgias por paciente.
 
O Centro Cirúrgico é um lugar especial dentro de uma instituição de saúde. Tão complexo quanto uma operação de guerra ou controle de tráfego aéreo, o centro cirúrgico chega a ser responsável por 40% do consumo de insumos de uma instituição e por 70% da sua renovação de leitos. Dentro de suas dependências de acesso restrito muitas vezes até ao gestor hospitalar, circulam um exército de pessoas altamente qualificadas, especializadas e focadas em acompanhar a trajetória mais crítica dos pacientes que em prol da sua saúde, onde terão seus corpos invadidos e alterados enquanto caem em sono profundo. E ao acordarem tudo estará resolvido.
 
Só que na verdade, a realidade não e bem assim…
 
Não é difícil imaginar porquê esse setor demanda tanta atenção, basta dimensionarmos o tamanho do risco a que se submetem os pacientes a cada procedimento. Estima-se que no Brasil realizem-se cerca de 30 milhões de procedimentos anestésico-cirúrgicos por ano de todos os tipos, dimensões, complexidades e objetivos.
 
Sendo também um dos melhores centros de rendimento do hospital, o investimento em tecnologia e recursos de alto custo é um dos maiores da instituição, abrigando entre suas paredes alta tecnologia não só em equipamentos, mas também em rotinas, protocolos e auditoria.
 
Eventos adversos evitáveis acontecem em todos os setores do hospital, e o erro humano é sabido ser um fator importante e foi brilhantemente documentado no estudo O ERRO É HUMANO (1999), que mostrou que pacientes sofriam intercorrências fatais evitáveis enquanto internados em hospitais, e isso matava mais nos Estados Unidos do que o câncer de mama, o infarto agudo do miocárdio e acidentes de trânsito juntos.
 
Esse cenário é trabalhado e estudado há mais de 15 anos, e continuamos errando. Recentemente as manchetes dos jornais do país estamparam que a cada cinco minutos, três brasileiros morrem em hospitais brasileiros de causas evitáveis. São mais de oitocentos óbitos por dia, segundo o IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) em parceria com a Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
 
Eventos adversos evitáveis em procedimentos cirúrgicos possuem números próprios, que mostram que apenas 7% dos eventos adversos são espontaneamente e detalhadamente notificados. Outro dado que nos faz refletir é o índice de despertar intra-operatório, que ocorre quando pacientes acordam no meio de uma cirurgia ou retém algum tipo de lembrança do procedimento, mesmo sem sentir dor ou desconforto. Um estudo recente publicado no Journal Of Anesthesia And Critical Care em 2016 mostrou que esse evento no Brasil chega a 2,5% dos pacientes operados. São quase 300 mil casos por ano.
 
O problema não é só brasileiro, é mundial. A ONU em 2004 declarou que uma maneira de impactarmos a saúde das pessoas globalmente era promovendo cirurgias mais seguras, que aqui no Brasil incentivou o Programa Nacional de Segurança dos Pacientes (PNSP). Ainda assim estima-se que uma a cada 133 salas de cirurgia no mundo funcionem sem oximetria de pulso, que é a monitorização mais básica necessária para se realizar o procedimento anestésico-cirúrgico, com um aparelho preso ao dedo dos pacientes medindo continuamente a quantidade de oxigênio que existe dentro de seus glóbulos vermelhos, e que é a combinação sinequanon para a manutenção da vida.
 
O advento do microchip no final do século passado possibilitou a criação de diversos dispositivos de monitorização, que foram ficando mais precisos e portáteis com o passar do tempo; tendo como um lugar de preferência e aplicabilidade o centro cirúrgico dos hospitais. A evolução é tanta que hoje robôs realizam cirurgias complexas que são minimamente invasivas e proporcionam além da resolução do problema, uma recuperação para o paciente rápida e mais confortável.
 
Entretanto, acabamos descobrindo que a melhoria tecnológica em equipamentos ainda não conseguiu erradicar o erro humano, e os ruídos que existem no fluxo de trabalho das pessoas em conjunto com outros fatores sustentam esse índice de fatalidade no mundo. A queda de um avião de passageiros não é resultado de um único fator, mas de um conjunto de erros e falhas que foram acontecendo em cascata com efeito cumulativo, e a análise do processo de assistência em situações que resultam em injúria aos pacientes também mostra o mesmo comportamento.
 
Um outro aspecto que acompanha continuamente o desenvolvimento e aprimoramento de ambientes e rotinas cirúrgicas é o seu crescente custo. O financiamento de todo o sistema de saúde está na UTI há tempos e o veredito já está dado: do jeito que está é insustentável.
 
O atual modelo de remuneração nos serviços de saúde está centrado em prestação de serviço e não na promoção de saúde dos pacientes. Isso provoca uma espiral negativa onde quanto mais problemas de saúde o paciente tem, mais serviços os hospitais fornecem e assim movimentam toda uma cadeia produtiva de insumos, recursos humanos e negócios que se alimenta da falta de saúde das pessoas e não da promoção da mesma.
 
Mesmo que o modelo fosse sustentável economicamente, precisa ficar evidente que a falta de controle de desfechos desta prestação de serviço e seus efeitos na vida das pessoas precisa ser trabalhada, e novos meios de medirmos o desempenho de equipes promotoras de saúde devem orientar não só rotinas e protocolos, mas também o modelo de remuneração e negócios.
Em resumo, empresas que mantenham seus pacientes mais saudáveis por mais tempo terão mais sucesso econômico comercial. A continental diferença entre o modelo atual e esse novo conceito dimensiona o tamanho do problema que temos que resolver. A mudança é exponencial, multifatorial e com um componente comportamental muito forte, ou seja, uma missão quase impossível.
 
Uma nova maneira de interpretar a promoção de saúde que siga o modelo pay for performance, incentivando economicamente instituições com maior e melhor desempenho, está sendo promovido e testado por diversas empresas, mas esbarra em situações surreais, como a dificuldade de compreensão do conteúdo de prontuários de pacientes preenchidos à mão por equipes de saúde. Isso em pleno século do whatsapp.
 
Diante desse cenário, se traçarmos um paralelo desde a necessidade nossa de mais saúde, passando pelos erros que cometem os humanos que consertam outros humanos até o custo financeiro impagável de tudo isso, podemos nos sentir completamente desamparados.
 
Entretanto não estamos. Bem pelo contrário, nunca nos vimos tão empolgados diante da promessa da longevidade – e até da eternidade, por quê não – como agora. Como isso é possível? Uma palavra da moda para explicar: inovação.
 
Quando a tecnologia da informação se popularizou, ficou mais portátil e móvel, acabou empoderando (olha outra palavra da moda aí) e conectando as pessoas; que ao vivenciarem uma dor ou necessidade, ficaram capazes de criar uma solução sozinhas (ou quase) para o problema e ainda disseminá-la para outras pessoas na mesma situação, criando uma nova fonte de referência, uma comunidade e em muitas vezes um novo modelo de negócios.
 
Na prática, quase (eu disse quase) de uma hora para outra não se fez mais necessário que obrigatoriamente uma grande empresa em um processo de desenvolvimento de produto lento e caro criasse as soluções para os nossos problemas de saúde. Pequenas e ágeis empresas, focadas em problemas reais e necessidades individualizadas, começaram a apresentar ao mundo produtos e plataformas que estão impactando a maneira como nos comportamos, como vivemos e obviamente como promovemos nossa saúde.
 
O ambiente da inovação logo que começou a tomar forma foi atraído como que por um potente imã ao meio de saúde e então novas tendências, protocolos, equipamentos, aplicações, plataformas, etc, geram e compartilham conhecimento abundante que pode ser amplamente utilizado para melhorar as condições de saúde da população em geral, especialmente e momentos delicados e de alto risco como o momento cirúrgico.
 
As startups, como são chamadas essas empresas, são na verdade um grupo de pessoas com um propósito específico trabalhando em um ambiente de alta incerteza em um produto capaz de causar uma disrupção em um comportamento, processo, produto ou meio de consumo. Disruptura não é a quebra de um paradigma, mas o assassinato dele a sangue frio. Só no Brasil, segundo Cristiano Englert – anestesista e sócio da Grow Plus, uma empresa dedicada a acelerar e melhorar o desenvolvimento de startups – isso equivale na saúde a um exército de perto de mil pequenas empresas trabalhando incessantemente não só em solucionar problemas da saúde, mas fazer com que essa solução seja também além de muito melhor, mais ecológica, mais social e economicamente mais atraente. Ou seja, empresas que nascem para ser exponenciais.
 
Nós temos diversas dessas empresas em nosso cotidiano, como Google, Facebook, Amazon, AirBNB e outras que nasceram literalmente em garagens. Obviamente a exponencialidade que essas empresas alcançaram não é o comum entre as startups, e nove a cada dez dessas pequenas empresas morrem em seus primeiros anos de vida. Entretanto aquela que sobrevive, impacta profundamente a maneira como tratamos nossa saúde com seus produtos e ideias.
 
É justamente essa corrida maluca, descentralizada, inovadora que está atraindo um volume grande de investimentos para provocar impactos e mudar radicalmente a maneira como tratamos a saúde em todos os níveis, incluindo nosso estilo de vida, trabalho e obviamente a segurança em cirurgias.
 
Grandes instituições como o Hospital Albert Einstein, por exemplo, incentivam esse ecossistema inovador, fomentando que seus colaboradores desenvolvam ideias inéditas em prol da saúde de seus pacientes e abrindo as portas para que outras startups externas apresentem também suas soluções. As melhores empresas, empreendedores e suas ideias são apoiadas pela instituição até tornarem-se produtos que impactem a saúde das pessoas, em um processo chamado de Inovação Aberta ou Venture Corporate. Segundo Cláudio Terra, diretor do Laboratório de Inovação e criador da incubadora da instituição, a Eretz.bio, o Albert Einstein investe 40 milhões de reais por ano em inovação.
 
Voltada para a questão do conforto e segurança de pacientes e profissionais no centro cirúrgico, a Anestech é uma dessas startups, criada por anestesiologistas em Florianópolis que vem se destacando no cenário de healthtechs, como são chamadas essas empresas no meio dos inovadores.
 
A Anestech inteligentemente lança mão de um recurso humano essencial para o procedimento cirúrgico, altamente especializado e presente para promover segurança e conforto a esses pacientes: o anestesiolgista. Aqui cabe mais um termo para ilustrar esse profissional: insubstituível. Os conceitos de inteligência artificial são usados na aviação comercial há décadas, mas ao comprarmos uma passagem aérea para um voo não abrimos mão do piloto na cabine, ainda mais nos momentos mais críticos, como a decolagem e a aterrisagem.
 
Anestesistas, ou anestesiologistas são médicos treinados a tornar viável nos tempos modernos os procedimentos cirúrgicos invasivos, promovendo não só o bloqueio sensorial da dor dos pacientes, mas também conforto, vigilância e segurança. A anestesia por si só já é considerada uma inovação e uma das 10 maiores invenções da humanidade e não é difícil visualizar a evolução na saúde humana depois do aparecimento e controle da anestesia.
 
Nesse contexto, anestesistas são profissionais chamados a decisões imediatas e a cuidar continuamente dos sinais vitais de seus pacientes, tomando providências para que além de um adormecer seguro, os pacientes tenham também um despertar confortável no pós-operatório. Ao fazer isso, trabalham com uma infinidade de monitorizações promovendo um volume gigante de dados, que são analisados e documentados continuamente pelos profissionais.
 
O documento gerado pelo anestesiologista durante o procedimento cirúrgico é um espelho fiel dos acontecimentos e funciona como um retrato codificado que mostra toda a cirurgia, fazendo correlação com a saúde do paciente e contém todo o momento perioperatório, que abrange a consulta pré-anestésica, o trans-operatório e o período de estadia no ambiente para recuperação pós-anestésica.
 
A Mount Sinai Journal Of Medicine publicou em 2012 que não há em um hospital outro prontuário do paciente tão completo, com dados fisiológicos e farmacológicos tomados minuto a minuto, como o registro de anestesia. E aqui temos outro ponto bizarro a ser iluminado: em 98% dos hospitais do Brasil, esse prontuário de um dos momentos mais críticos da saúde das pessoas, que foi declarado ser o mais completo do hospital, e é realizado em um dos ambientes mais complexos que existe, é ainda feito em papel e caneta.
 
Precisamos ter em mente que o prontuário eletrônico é realidade no Brasil há quase vinte anos. O grande problema hoje de prontuários médicos em papel a alguns digitais até, é a dificuldade e quantidade de recursos necessários para se extrair dados que permitam serem analisados em conjunto com outros dados e que nos tragam mais conhecimento e principalmente capacidade preditiva.
 
Vamos analisar isso de perto. A era agora não é mais de armazenar melhor os prontuários, mas sim de coletar dados das nossas ações e da saúde da população, que nos conduza a melhorar continuamente nossas condutas a ponto de nos dar uma compreensão tão grande do processo que nos permita prever o futuro e evitá-lo, caso ele seja perigoso ou indesejável.
 
A essa nova era dão o nome de Era dos Dados, ou Era do Big Data.
 
É nesse ponto que a Anestech inova, permitindo que os dados do anestesiolgista sejam documentados através de um aplicativo para tablets chamado AxReg, onde são analisados em servidores em nuvem em tempo real, e retornam para o profissional informações de segurança. Essas informações digeridas e transformadas em conhecimento permitem uma análise rápida e um suporte cognitivo ao profissional anestesista, que expande assim sua capacidade assistencial.
 
Além disso, o conjunto de dados de uma instituição gera painéis de revisão em salas de situação, criando uma “torre de controle” que pode checar continuamente os rumos dos “voos” e o conjunto de dados de inúmeros procedimentos. Isso impacta a segurança dos pacientes cirúrgicos e apresenta um novo cenário de gestão para a economia hospitalar.
 
A Anestech é uma startup de Florianópolis, incubada na Incubadora MIDI da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). É vencedora de prêmios como o Empreender Saúde, Desafio Pfizer e o Shark Tank do Consórcio Brasileiro de Acreditação Hospitalar, que reconheceu o AxReg como a ferramenta com maior potencial de impactar a saúde dos pacientes e a economia hospitalar. Recentemente a Anestech foi eleita a Startup de Saúde do Ano pela revista Healthcare Management.
 
A crença que a startup segue, é que a segurança do paciente cirúrgico também passa obrigatoriamente por um profissional anestesiologista atualizado, descansado, valorizado e empoderado de ferramentas tecnológicas que expandam sua capacidade cognitiva.
 
E você, tem medo de anestesia?

Muito obrigado pelo interesse na Anestech!

Por favor, conte mais sobre você para nós antes de saber mais sobre a gente.