Como um software médico auxilia no combate à COVID-19 e garante a segurança dos dados



Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a pandemia do novo coronavírus, a rotina de todos começou a mudar gradativamente, a começar pela orientação ao isolamento social. A partir disso, em preocupação com a saúde e bem-estar de todos e com a intenção de conter o crescimento do contágio, escolas começaram a paralisar as atividades, o comércio fechou as portas, restaurantes, academias e todo tipo de lugar que oferecesse algum tipo de risco com ambiente fechado e aglomeração de pessoas.

A área médica também acaba fazendo parte deste grupo. Pois muitas clínicas de grande porte foram fechadas ou mudaram radicalmente sua rotina para evitar aglomerações. Isso acabou interrompendo o tratamento de muitos pacientes e os deixando desamparados, pois muitos destes médicos foram recrutados para combater o novo coronavírus nos hospitais.

Os casos ocasionados pela COVID-19 continuam aumentando e, em meio à ansiedade que todo este quadro gera, a população tenta, na medida do possível, manter uma rotina normal. Porém, muitas pessoas ainda precisam retomar os atendimentos e os tratamentos que já haviam sido marcados antes do surto. A falta de informação e a viralização de Fake News torna o quadro da área médica ainda mais preocupante. Frente a isto, o Shosp, software médico para clínicas e consultórios, imediatamente procurou novos meios de conseguir cuidar da saúde dos profissionais de saúde e, ao mesmo tempo, dos respectivos pacientes que atendem. Uma das soluções pensadas foi a criação do sistema de telemedicina.

Os conselhos de classe, como o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina (CFM), já autorizaram a prática de telemedicina enquanto durar a batalha do combate ao contágio da COVID-19. De acordo com a Nota Técnica de nº 3 da ANS, a prática de destrincha em três possibilidades, como:

  1. Teleorientação: para que os profissionais da medicina realizem à distância a orientação e o encaminhamento de pacientes em isolamento;

     

  2. Telemonitoramento: ato realizado sob orientação e supervisão médica para monitoramento ou vigência à distância de parâmetros de saúde e/ou doença;

     

  3. Teleinterconsulta: exclusivamente para a troca de informações e opiniões entre médicos para auxílio diagnóstico ou terapêutico.

O que faz com que o Shosp esteja de acordo com as diretrizes exigidas pelos Conselhos de Classe e consiga ajudar os profissionais de saúde no combate à pandemia. O intuito do nosso software médico é mostrar aos profissionais de saúde que, sim, é importante se isolar, mas não recuar, pois os pacientes precisam ser assistidos. Isto nos torna a plataforma de telemedicina com certificado digital e sistema de recebimento dos pagamentos integrados e a única do mercado em que os vídeos e áudios das teleconsultas podem ser armazenados diretamente no prontuário e os todos os registros (logs) dos vídeos devidamente salvos.

É importante ressaltar que a prática de teleconsulta não é difícil, muitos profissionais já fazem através de outros canais como, por exemplo, o Zoom, Skype, Hangouts e entre outros, mas ao fazer esta opção, o profissional de saúde não estará protegido judicialmente.

O nosso software para telemedicina já não oferece este risco e diferentes de outras plataformas, possui importantes qualidades e benefícios como:

    1. Certificado Digital: Segundo o decreto da Portaria Nº 467/2020 do Ministério da Saúde, você precisa da Assinatura Digital para garantir validade jurídica ao assinar todos os documentos. E o parceiro de Certificado do nosso software de gestão é a Soluti. Certificado Digital em nuvem A3 da BirdID que você consegue no próprio sistema do Shosp;

    2. Segurança: É o único software de gestão do mercado que oferece telemedicina segura e com certificado digital. Seus vídeos são armazenados no prontuário dos pacientes e os logs (registros) dos atendimentos são todos devidamente salvos;

    3. Recebimento para os pagamentos: Você pode receber pela suas teleconsultas realizadas através de boleto ou cartão de crédito diretamente pelo Shosp;

    4. Criptografia dos dados: É essencial que o ambiente que você escolheu para armazenar informações sigilosas, como os prontuários dos pacientes, tenha criptografia para que somente os profissionais autorizados tenham acesso;

    5. Termo de consentimento para o início do Teleatendimento: O sistema de telemedicina do Shosp, diferente dos demais, exige que antes da realização da videoconferência, o paciente irá dar um aceite no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido de ações de telemedicina de interação à distância, fornecido dentro do próprio link de agendamento;

    6. Armazenamento em nuvem: O sistema de teleconsulta do Shosp proporciona ao profissional de saúde acesso aos Backups. Eles têm como auxílio, os recursos fornecidos pela Amazon Web Services. Os dados são replicados em outros 2 data centers presentes em continentes diferentes para garantir maior segurança. Tudo isto em tempo real. Portanto, caso haja algum problema no servidor onde está hospedado, os dados não sofrerão danos.

Infelizmente, o nosso sistema de gestão não pode estar na linha de frente em combate ao novo coronavírus juntos com os profissionais da área médica, mas se pode oferecer soluções tecnológicas para todos conseguirem vencer este cenário e focar naquilo que necessariamente mais interessa: no cuidado voltado ao paciente.


Fernanda Barcellos

Autor:

Jornalista e Publicitária pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), pós-graduada em Marketing e Design Digital pela ESPM-rio e Analista de Marketing do Shosp, Software de gestão para clínicas e consultórios

           
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