Interoperabilidade: O desafio da utilização de dados para gerar conhecimento



Em 2020 fomos todos forçados a nos reinventar utilizando tecnologia para suprir as demandas impostas pelo COVID19, principalmente para atender ao desafio épico, distanciamento social.

Na saúde, os impactos nos impulsionaram a quebrar barreiras, ampliar a zona de conhecimento e trazer vida aos mesmos serviços, mas de maneira diferente. Em tempos de LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) em alta e, com toda a carga de novos dados gerados através do uso da tecnologia, é importante antes de mais nada, proteger a privacidade do indivíduo e ter a cultura empresarial da boa prática com o tratamento de dados sensíveis, indispensáveis para o funcionamento do mercado em saúde.

Na Anestech, entendemos que todos os dados produzidos são uma fonte inesgotável de conhecimento sobre a atenção à jornada cirúrgica das pessoas, e nosso objetivo maior é que a automatização e aprendizado de máquinas através de redes neurais seja capaz de complementar a segurança do paciente, seguindo os princípios da Organização Mundial de Saúde (OMS) que declara que “Cirurgias seguras salvam vidas”.

Para compor esse movimento é importante ressaltar a guarda compartilhada desses dados. A guarda se inicia no consentimento do indivíduo a fornecer os dados que impactarão num futuro breve a sua saúde, e em conjunto com mais dados, a de muitos brasileiros. Atendendo a esse quesito a Anestech prontamente, através de uma plataforma intuitiva, realiza a captação dessas informações de maneira estruturada, trabalha elas internamente, e além disso, disponibiliza através de um compartilhamento seguro com os players do processo todo esse conhecimento, de forma estruturada, via API (Application Programming Interface).

Portanto a Anestech promove a interoperabilidade de dados, com compartilhamento de dados estruturados, permitindo que diversas áreas da saúde tenham acesso e trabalhem apenas o conteúdo de seu interesse, desde a pesquisa clínica até a auditoria e faturamento. Todo o trabalho realizado pelo anestesiologista fica disponível para que instituição, fonte pagadora e até mesmo o paciente possa extrair dados e também gerar conhecimento, os dados estão seguros e disponíveis 24 horas por dia para serem consultados.

Se você simpatiza com esse movimento, e quer entrar para Era Digital do momento perioperatório, vem com a gente! 

A nossa estrutura é compartilhada e permite diferentes formas de colaboração para geração de valor à nossa população, através de blocos de informação como prontuários integrados ou dados estruturados para pesquisa e consumo.

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Conteúdo produzido por Camila Moura, líder de interoperabilidade de dados e integrações na Anestech.

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Autor:

Diogenes é anestesiologista, sócio-fundador e CEO da Anestech Innovation Rising, startup ganhadora de vários prêmios nacionais, investida pelo Laboratório de Inovação do Hospital Albert Einstein - Eretz.bio - e incubada no MIDI Tecnológico ACATE em Florianópolis.