Segurança de dados médicos: entenda sua importância



Você sabe como manter a segurança de dados médicos nas instituições de saúde? Se as informações dos pacientes e da organização não são devidamente protegidas, isso pode gerar transtornos significativos, além do descumprimento de normas nacionais e internacionais.

O armazenamento de dados confidenciais faz parte da rotina das instituições de saúde. Mas, à medida que a gestão hospitalar implementa a digitalização de processos, é preciso se atentar às falhas de segurança. Que a propósito, podem facilmente ser comprometidas com ataques de hackers, caso a proteção dos dados não seja tão eficiente.

No Brasil, as regras para a segurança correta no processo de armazenamento de informações hospitalares são especificadas pela ISO/ABNT 27001. Elas foram criadas para proteger dados dos pacientes, garantir a continuidade dos serviços prestados, reduzir os prejuízos financeiros e ampliar o Retorno Sobre o Investimento (ROI).

Para evitar o vazamento de informações na instituição de saúde, nós separamos este artigo para que você entenda melhor a importância da segurança de dados médicos.

Segurança de dados médicos: o que isso quer dizer?

Manter a segurança de dados nada mais é do que criar ações com o intuito de proteger um conjunto de informações, com o objetivo de preservar sua integridade, evitando perdas ou ameaças de roubo ou destruição, de maneira acidental ou por ataque de hackers.

Nos casos das instituições de saúde, garantir a segurança de dados médicos consiste em implementar estratégias para minimizar a possibilidade de vazamento de prontuários e informações técnicas. Assegurando a sua confidencialidade e integridade, evitando danos à imagem da instituição e penalidades judiciais.
Durante o processo de digitalização dentro das instituições de saúde, é importante pensar em ações para manter a segurança de dados médicos. Inclusive, é possível contar com o próprio auxílio da tecnologia durante esse processo.

Por que investir na segurança de dados médicos?

Desde a recepção do paciente até a consulta médica, o funcionamento de qualquer instituição de saúde é complexo e cercado por informações. E investir na segurança da informação pode evitar a perda de documentos, diminuindo o consumo de papel e o desgaste temporal das informações impressas.

No entanto, levando em consideração que a maioria das instituições de saúde ainda utilizam prontuários manuais, em papel, existe a necessidade de atualizar e modernizar a forma como essas informações são colhidas e armazenadas. Uma solução eficiente, barata e segura, é a digitalização e armazenamento desses prontuários em nuvem.

Em contrapartida, apesar da facilidade de armazenamento, preservação e manutenção dos dados em ambiente digital, à medida que uma instituição investe em tecnologia para dar fluidez aos processos, cresce também a necessidade da segurança das informações.

Além disso, com o investimento na segurança de dados médicos, é possível que a instituição de saúde restrinja o acesso aos dados somente por pessoas autorizadas. Também é possível facilitar a comunicação entre as equipes, otimizar os processos e aumentar a produtividade dos colaboradores.

Quais as consequências do vazamento de dados médicos?

Existe uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabelece que os prontuários precisam ser armazenados por, pelo menos, 20 anos a partir do último registro.

Já que as informações dos pacientes são tratadas como sigilosas e sensíveis, como, por exemplo, o histórico associado às informações pessoais, as clínicas precisam priorizar a segurança de dados médicos.

Sendo assim, nos casos em que um paciente ou algum familiar considere ter sido lesado com o vazamento de alguma informação clínica, é possível entrar com uma ação judicial contra a instituição de saúde. Isso sem falar no marketing negativo que sua instituição pode receber por violar as diretrizes de segurança de dados médicos.

Há, ainda, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que determina que as instituições de saúde precisam redobrar a responsabilidade sobre a coleta, o armazenamento e a utilização dos dados dos pacientes que, por sua vez, precisam conceder autorização para isso.

Garanta a segurança de dados médicos com a tecnologia

Depois de compreender a importância do investimento para preservar a segurança das informações hospitalares, chegou a hora de saber quais medidas adotar para prevenir a possibilidade de vazamento das informações.

Abaixo, listamos as principais medidas que uma instituição de saúde pode adotar para garantir a segurança de dados médicos:

Invista no armazenamento de dados em nuvem

Conforme falamos anteriormente, ainda é muito comum encontrar instituições de saúde que fazem uso de arquivos em papel para armazenar os dados e documentos dos pacientes. Mas essa prática traz riscos severos para a organização.

Pensando nisso, uma alternativa eficaz para diminuir esses riscos é o investimento em softwares de gestão da informação. Eles garantem a integração das informações da instituição de saúde e armazenam todos os dados em nuvem.

Com isso, fica muito mais fácil e seguro manter os dados de prontuário dos pacientes. Além de garantir que as informações sejam acessadas em tempo real, em qualquer lugar, gerando eficiência e economizando tempo para a rotina de trabalho dos colaboradores. Veja neste post um pouco mais sobre o armazenamento em nuvem.

Utilize softwares de gestão hospitalar

Ao implementar o uso de softwares de gestão dentro de uma instituição de saúde, fica muito mais fácil garantir a segurança de dados médicos.

Além dessa ferramenta conseguir armazenar todos os dados da instituição e concentrar tudo em um dashboard dinâmico, ela permite uma análise minuciosa das informações para ajudar na tomada de decisão. Além disso, garante uma visão macro dos processos, de ponta a ponta.

Um grande exemplo de ferramentas que auxiliam a gestão são as fichas anestésicas digitais, como a AxReg, da Anestech. Com ela, é possível ter acesso às informações do paciente, permitindo que a gestão do centro cirúrgico use os dados gerados e que o médico tenha em mãos às informações do paciente para traçar um plano de ação mais assertivo.

Estabeleça protocolos e uma cultura de sigilo

Mais do que investir em ferramentas digitais para aprimorar a segurança de dados médicos, é importante estabelecer protocolos para definir como lidar com os dados armazenados.

Quando não há regras sobre a segurança dos dados hospitalares, as chances de ocorrerem problemas como o vazamento de informações sigilosas pode aumentar consideravelmente.

Sendo assim, definir quais profissionais podem ter determinada informação e investir em possibilidades para identificar o usuário que acessar algum dado, podem ajudar a diminuir as chances de atentados contra a segurança de dados médicos.

Além disso, também é importante investir numa cultura de sigilo dentro da instituição de saúde. Preservar as informações do paciente tem que ser um dever de todos os profissionais que trabalham na instituição. Além disso, a empresa também pode investir em capacitação para fomentar essa prática.

A partir do momento em que o time de colaboradores entende a importância da preservação e da segurança de dados hospitalares, e sabe que a ajuda deles é importante nesse processo, fica muito mais fácil garantir a inviolabilidade das informações.

Agora que você já sabe a importância da segurança de dados médicos nas instituições de saúde, chegou a hora de colocar todas as medidas em prática.

Procure adequar sua instituição aos parâmetros citados para garantir a proteção dos dados dos pacientes, garantindo então, que nenhuma informação será vazada. Assim, você evita problemas jurídicos graves e não corre o risco de baixar o nível de reputação da instituição.

Quer investir em ferramentas digitais para otimizar os processos e garantir a segurança de dados médicos? Descubra como a Anestech pode ajudar nesse processo.


           
Posts relacionados